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Quem foi Judas Iscariotes?

Quando viveu Primeiro século, na Galileia e na Judeia; morreu em Jerusalém na mesma semana da crucifixão, entre os anos 30 e 33.

Em resumo

Judas Iscariotes foi um dos doze apóstolos, responsável pela bolsa comum, e o que entregou Jesus às autoridades por trinta moedas de prata. Os Evangelhos o identificam sempre pelo ato. Sobre o fim dele, Mateus 27 e Atos 1 trazem relatos diferentes, e o Novo Testamento não os harmoniza em lugar nenhum.

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Quase tudo o que se diz sobre Judas vem de fora dos Evangelhos: que era ruivo, que tinha inveja, que planejava forçar Jesus a se revelar, que estava condenado desde sempre, que não podia ter feito diferente. Nada disso está no texto. O que está é pouco, e boa parte é dito de passagem, dentro de narrativas que estão contando outra coisa.

Esta página reúne o que os quatro Evangelhos e o livro de Atos dizem, na ordem em que dizem, e trata com cuidado o ponto em que os relatos se separam. É um ponto real: as duas descrições da morte de Judas não coincidem, e emendar uma na outra — o que quase todo material faz — é uma escolha de leitura, não um dado do texto. Aqui as duas ficam lado a lado.

O nome, e o lugar dele entre os doze

Judas era um nome comum — havia outro Judas entre os doze, e o próprio João precisa distinguir os dois. O sobrenome é que é discutido. "Iscariotes" pode significar "homem de Queriote", uma localidade da Judeia, o que faria dele o único apóstolo não galileu; há quem o ligue ao termo latino para punhal, associando-o a um grupo armado. Nenhuma das propostas é certa, e o texto não explica.

Ele aparece nas quatro listas dos doze, sempre no fim e sempre com uma etiqueta: o que o traiu, o que o entregou. Isso não é neutro. Os Evangelhos foram escritos décadas depois, por comunidades que já sabiam o desfecho, e nenhum deles consegue nomear Judas sem nomear também o que ele fez. Não existe no Novo Testamento uma frase sobre Judas antes da entrega.

O quarto Evangelho acrescenta dois dados que os outros não trazem. Judas cuidava da bolsa comum do grupo, e — na avaliação do narrador, feita em retrospecto — tirava dela. É a única informação sobre o caráter dele que o texto oferece, e vem de um único autor.

Mateus 10:2-4

2E os nomes dos doze apóstolos são estes: o primeiro, Simão, chamado Pedro, e seu irmão André; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João;

3Filipe e Bartolomeu; Tomé, e Mateus o coletor de impostos; Tiago, filho de Alfeu; e Tadeu;

4Simão o zeloso, e Judas Iscariotes, o mesmo que o traiu.

Tradução: Edição Chama da Fé

A lista dos doze. Repare na posição e na etiqueta: Judas é o último nome, e é o único que vem acompanhado de uma frase sobre o que fará depois. Compare com as listas de Marcos, Lucas e Atos — todas fazem igual.

João 12:4-6

4Então disse Judas de Simão Iscariotes, um de seus discípulos, o que o trairia:

5Por que se não vendeu este óleo perfumado por trezentos dinheiros, e se deu aos pobres?

6E isto disse ele, não pelo cuidado que tivesse dos pobres; mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e trazia o que se lançava nela .

Tradução: Edição Chama da Fé

A objeção de Judas sobre o perfume caro é razoável em si, e o narrador desmonta o motivo dela num comentário próprio. É a única acusação de caráter no Novo Testamento inteiro, e ela é de um evangelista só.

A entrega, o preço e o beijo

Mateus conta que Judas procurou os chefes dos sacerdotes por iniciativa própria e perguntou quanto lhe dariam; eles fixaram trinta moedas de prata. Lucas atribui a iniciativa a outra coisa, dizendo que Satanás entrou nele antes de ele ir falar com as autoridades. Marcos não menciona o valor, e diz que a oferta de dinheiro veio depois. Os três concordam no essencial: ele se ofereceu, e o que faltava era a ocasião sem multidão.

O que Judas vendeu não foi uma informação secreta sobre a identidade de Jesus — ele pregava em público. Foi o lugar e a hora em que seria possível prender alguém sem tumulto. É por isso que a cena da prisão acontece de noite, num jardim, e por isso a função do sinal combinado é apontar qual dos homens ali era o procurado.

Na ceia, Jesus anuncia que um dos presentes o entregará. Em Mateus, Judas pergunta se é ele e recebe uma resposta ambígua. Em João, Jesus lhe entrega um pedaço de pão molhado e diz que faça depressa o que vai fazer, e nenhum dos outros à mesa entende o que está acontecendo. E na hora da prisão vem o gesto que ficou: ele se aproxima para beijar, e Lucas registra a pergunta de Jesus sobre entregar o Filho do homem com um beijo.

Mateus 26:14-16

14Então um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi aos chefes dos sacerdotes,

15e disse: O que quereis me dar, para que eu o entregue a vós? E eles lhe determinaram trinta moedas de prata.

16E desde então ele buscava oportunidade para o entregar.

Tradução: Edição Chama da Fé

A negociação, em três versículos. O texto não diz por que ele foi, e essa ausência é a lacuna que quase todo material sobre Judas preenche por conta própria.

João 13:26-30

26Respondeu Jesus: Aquele a quem eu der o pedaço molhado de pão. E molhando o pedaço de pão, deu-o a Judas de Simão Iscariotes.

27E após o pedaço de pão, entrou nele Satanás. Disse-lhe pois Jesus: O que fazes, faze-o depressa.

28E nenhum dos que estavam sentados à mesa entendeu para que ele lhe dissera.

29Pois alguns pensavam que, porque Judas tinha a bolsa, Jesus havia lhe dito: Compra o que para o que nos é necessário para a festa; ou que alguma coisa desse aos pobres.

30Havendo ele pois tomado o pedaço de pão, logo saiu. E já era noite.

Tradução: Edição Chama da Fé

A cena da ceia no quarto Evangelho. Repare no detalhe de que ninguém à mesa entendeu o que Jesus quis dizer — os outros onze acham que ele foi comprar alguma coisa.

Lucas 22:47-48

47E enquanto ele ainda estava falando, eis que uma multidão chegou ; e um dos doze, o que se chamava Judas, ia adiante deles, e se aproximou de Jesus, para o beijar.

48E Jesus lhe disse: Judas, com um beijo trais ao Filho do homem?

Tradução: Edição Chama da Fé

O beijo, e a única frase que Jesus dirige a Judas naquela noite segundo Lucas. É uma pergunta, e ela fica sem resposta no texto.

O que Mateus conta depois

Mateus é o único evangelista que continua a história depois da prisão. Ele diz que Judas, ao ver que Jesus tinha sido condenado, sentiu remorso e devolveu as trinta moedas às autoridades do templo — sacerdotes e anciãos —, dizendo que havia pecado por entregar sangue inocente. A resposta que ele recebe é uma das frases mais frias do Novo Testamento: eles dizem que aquilo não é problema deles.

Vale segurar esse detalhe, porque ele desaparece em quase toda versão popular da história. No relato de Mateus, Judas se arrepende e diz em voz alta que o homem que ele entregou é inocente — a declaração de inocência mais direta que qualquer personagem faz antes da crucifixão vem justamente dele.

O dinheiro fica com os sacerdotes, que decidem não colocá-lo no tesouro por ser preço de sangue, e compram com ele um campo de oleiro para servir de cemitério de estrangeiros. Mateus explica assim o nome do lugar: campo de sangue, por causa do dinheiro com que foi comprado.

Mateus 27:3-4

3Então Judas, o que o havia traído, ao ver que Jesus já estava condenado, devolveu, sentindo remorso, as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos;

4e disse: Pequei, traindo sangue inocente. Porém eles disseram: Que nos interessa? Isso é problema teu!

Tradução: Edição Chama da Fé

O remorso e a devolução do dinheiro. O trecho é raramente citado e muda bastante o retrato: quem entregou é também quem declara, diante das autoridades, que o entregue é inocente.

Mateus 27:6-8

6Os chefes dos sacerdotes tomaram as moedas de prata, e disseram: Não é lícito pô-las no tesouro das ofertas, pois isto é preço de sangue.

7Então juntamente se aconselharam, e compraram com elas o campo do oleiro, para ser cemitério dos estrangeiros.

8Por isso aquele campo tem sido chamado campo de sangue até hoje.

Tradução: Edição Chama da Fé

Quem compra o campo, nesta versão, são os sacerdotes — e o nome do lugar vem da origem do dinheiro. Guarde os dois pontos: os dois reaparecem diferentes em Atos.

Dois relatos que não se encaixam

O outro relato está em Atos 1, num discurso de Pedro diante de um grupo de cento e vinte reunidos, antes da escolha do substituto. Ele conta o fim de Judas em duas frases, e elas não coincidem com Mateus em três pontos verificáveis.

Primeiro, o campo. Em Mateus, Judas devolve o dinheiro e são os sacerdotes que compram o terreno; em Atos 1:18, quem adquire o campo é o próprio Judas, com o pagamento da maldade. Segundo, o nome do lugar. Em Mateus, o campo se chama campo de sangue porque foi comprado com preço de sangue; em Atos, porque foi ali que aconteceu o que aconteceu com ele, e a notícia correu Jerusalém. Terceiro, a morte em si: Mateus 27:5 diz que Judas tirou a própria vida; Atos 1:18 descreve o fim dele de outra maneira, e as duas descrições não são a mesma cena.

Esta página não reproduz esses dois versículos, por decisão editorial — eles descrevem uma morte, e nada no que se pode dizer sobre Judas depende de repetir aqui como ela é narrada. Quem quiser conferir encontra os dois nos capítulos correspondentes, e é exatamente isso que recomendamos a quem estiver estudando o assunto.

O ponto que interessa é que a divergência existe, é visível a olho nu e não é resolvida pelo Novo Testamento. Os dois textos foram preservados lado a lado no mesmo cânon, por comunidades que tinham acesso aos dois. Escolher um e apresentá-lo como "o que aconteceu" é o procedimento mais comum em conteúdo sobre Judas, e é também o menos honesto — porque esconde do leitor uma informação que ele descobriria sozinho na primeira leitura atenta.

Atos 1:16-17

16Homens irmãos, era necessário que se cumprisse a Escritura, que o Espírito Santo, por meio da boca de Davi, predisse quanto a Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus.

17Porque ele foi contado conosco, e obteve uma porção neste ministério.

Tradução: Edição Chama da Fé

A abertura do discurso de Pedro. Note o enquadramento: ele não está relatando um acontecimento, está argumentando que a vaga precisa ser preenchida — e é dentro desse argumento que o fim de Judas é mencionado.

Atos 1:19-20

19E isso foi conhecido por todos os que habitam em Jerusalém, de maneira que aquele campo se chama em sua própria língua Aceldama, isto é, campo de sangue.

20Porque está escrito no livro dos Salmos: Sua habitação se faça deserta, e não haja quem nela habite; e outro tome seu trabalho de supervisão.

Tradução: Edição Chama da Fé

A explicação do nome do campo nesta versão, e a citação dos Salmos que sustenta a substituição. Compare a razão do nome com a que Mateus 27:8 dá: são duas explicações diferentes para o mesmo topônimo.

O que o Novo Testamento diz — e não diz — sobre o destino dele

Há frases duras a respeito de Judas, e vale lê-las como estão. Jesus diz, na ceia, que seria melhor para aquele homem não ter nascido. No quarto Evangelho, ele é chamado de diabo numa cena bem anterior à paixão e, na oração do capítulo 17, de filho da perdição. E a oração de Atos 1 diz que ele se desviou do ministério para ir ao próprio lugar.

E há o que o texto não faz. Nenhuma dessas frases é uma sentença sobre o destino eterno dele, e o Novo Testamento nunca declara Judas condenado com essas palavras. As tradições cristãs discutem o assunto há séculos e não chegaram a um consenso; a Igreja Católica, que canoniza nominalmente, nunca declarou nominalmente a condenação de ninguém, inclusive dele. Um site que fala com católicos e evangélicos ao mesmo tempo não tem por que decidir isso no lugar de nenhum dos dois.

Há ainda uma pergunta que aparece toda vez que o assunto surge: se estava escrito, Judas podia ter feito diferente? O Novo Testamento afirma as duas coisas na mesma frase — que o Filho do homem segue o caminho já escrito a respeito dele, e que ai daquele por quem ele é entregue — e não explica como elas se combinam. Essa combinação é um problema teológico de primeira ordem, discutido desde os primeiros séculos, e nenhuma página honesta vai resolvê-lo em um parágrafo.

Mateus 26:24-25

24De fato, o Filho do homem vai assim como dele está escrito; mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria a tal homem se não houvesse nascido.

25E Judas, o que o traía, perguntou: Por acaso sou eu, Rabi? Jesus lhe disse: Tu o disseste.

Tradução: Edição Chama da Fé

As duas afirmações aparecem juntas: o que está escrito se cumpre, e o responsável continua sendo responsável. O texto não concilia as duas, e é dessa tensão que vive a discussão sobre Judas.

Atos 1:25-26

25Para que ele tome parte deste ministério e apostolado, do qual Judas se desviou para ir a seu próprio lugar.

26E lançaram-lhes as sortes; e caiu a sorte sobre Matias. E ele passou a ser contado junto com os onze apóstolos.

Tradução: Edição Chama da Fé

A oração antes do sorteio, com a frase que costuma ser lida como sentença. Vale notar que ela é ambígua no original e que a passagem está tratando de uma vaga a ser preenchida, não de julgamento.

O que o texto não diz

Personagens bíblicos acumulam camadas de tradição que a Escritura não sustenta. Separar as duas coisas não diminui a história — devolve a ela o que está de fato escrito.

  • O que se costuma dizer

    A história do fim de Judas é uma só, contada de forma completa em Mateus.

    O que a Escritura traz

    São dois relatos, em Mateus 27 e em Atos 1, e eles divergem em quem comprou o campo, na razão do nome do campo e na descrição da morte. Nenhum autor do Novo Testamento tenta encaixar um no outro, e as versões harmonizadas que circulam são reconstruções posteriores, feitas por leitores e não pelo texto.

  • O que se costuma dizer

    Judas traiu por ganância, e as trinta moedas eram uma fortuna.

    O que a Escritura traz

    A ganância é a explicação de um evangelista — João, que menciona a bolsa comum — e os outros três não a oferecem: Mateus não dá motivo, Lucas atribui a Satanás e Marcos apenas narra. Quanto ao valor, trinta peças de prata é a quantia que Êxodo 21:32 fixa como indenização por um escravo morto por um boi, e a escolha do número por Mateus tem função de citação bíblica, não de avaliação de mercado.

  • O que se costuma dizer

    Judas não se arrependeu.

    O que a Escritura traz

    Mateus 27:3-4 diz o contrário com todas as letras: ele viu a condenação, sentiu remorso, devolveu o dinheiro e declarou, diante dos sacerdotes, que havia entregado sangue inocente. O que o texto narra em seguida é a recusa deles em ter qualquer coisa a ver com aquilo.

  • O que se costuma dizer

    Judas queria forçar Jesus a se revelar como Messias político e o plano deu errado.

    O que a Escritura traz

    Nenhum texto do Novo Testamento atribui a ele esse plano ou qualquer outro. É uma hipótese moderna, popularizada por romances e por filmes, que tem a vantagem de tornar o personagem compreensível e o defeito de não ter uma linha de apoio na Escritura.

  • O que se costuma dizer

    A Bíblia declara que Judas está condenado.

    O que a Escritura traz

    O Novo Testamento traz frases severas sobre ele, e nenhuma delas é uma declaração sobre o destino eterno. As tradições cristãs divergem há séculos sobre como lê-las, e a Igreja Católica, que declara nominalmente quem está no céu, nunca declarou nominalmente o contrário a respeito de ninguém.

Onde essa pessoa aparece

João 6:70-71

70Jesus lhes respondeu: Por acaso não fui eu que vos escolhi, os doze? Porém um de vós é um diabo.

71E ele dizia isto de Judas de Simão Iscariotes; porque ele o entregaria, o qual era um dos doze.

Tradução: Edição Chama da Fé

A primeira menção a Judas no quarto Evangelho, muito antes da paixão. O narrador identifica de quem Jesus estava falando, e o faz em retrospecto — como todas as menções a Judas no Novo Testamento.

Mateus 26:14-16

14Então um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi aos chefes dos sacerdotes,

15e disse: O que quereis me dar, para que eu o entregue a vós? E eles lhe determinaram trinta moedas de prata.

16E desde então ele buscava oportunidade para o entregar.

Tradução: Edição Chama da Fé

A negociação com os sacerdotes e o valor. Três versículos, sem uma palavra sobre motivo.

Lucas 22:47-48

47E enquanto ele ainda estava falando, eis que uma multidão chegou ; e um dos doze, o que se chamava Judas, ia adiante deles, e se aproximou de Jesus, para o beijar.

48E Jesus lhe disse: Judas, com um beijo trais ao Filho do homem?

Tradução: Edição Chama da Fé

O beijo no jardim, com a pergunta que Jesus faz e que o texto deixa sem resposta.

Mateus 27:3-4

3Então Judas, o que o havia traído, ao ver que Jesus já estava condenado, devolveu, sentindo remorso, as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos;

4e disse: Pequei, traindo sangue inocente. Porém eles disseram: Que nos interessa? Isso é problema teu!

Tradução: Edição Chama da Fé

O remorso, a devolução das moedas e a declaração de inocência. É o trecho que a versão popular da história costuma pular inteiro.

Mateus 27:6-8

6Os chefes dos sacerdotes tomaram as moedas de prata, e disseram: Não é lícito pô-las no tesouro das ofertas, pois isto é preço de sangue.

7Então juntamente se aconselharam, e compraram com elas o campo do oleiro, para ser cemitério dos estrangeiros.

8Por isso aquele campo tem sido chamado campo de sangue até hoje.

Tradução: Edição Chama da Fé

A compra do campo pelos sacerdotes e a explicação do nome. Primeiro dos dois relatos sobre o destino do dinheiro.

Atos 1:16-17

16Homens irmãos, era necessário que se cumprisse a Escritura, que o Espírito Santo, por meio da boca de Davi, predisse quanto a Judas, que foi o guia daqueles que prenderam a Jesus.

17Porque ele foi contado conosco, e obteve uma porção neste ministério.

Tradução: Edição Chama da Fé

A versão de Pedro, dentro de um discurso sobre a substituição do apóstolo. Segundo dos dois relatos, e o ponto de partida para comparar com Mateus 27.

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